11 maio 2009

Prêmio CI

A CI recebeu o Selo de Excelência em Franchising 2009 (SEF) da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A noite de premiação aconteceu no último dia 24 de abril (sexta-feira), em São Paulo.

O SEF representa o reconhecimento da qualidade e da excelência da empresa em relação a sua atuação como franqueadora. O objetivo da premiação é estimular a melhoria do nível de atividade das empresas franqueadoras, através da valorização das melhores práticas e do profissionalismo perante o sistema de franchising.

Em 2006 a CI – através de sua política de expansão de franquias – dobrou o número de lojas e com isso aumentou sua participação no mercado. Hoje a empresa possui cerca de 70 lojas instaladas nas principais cidades e capitais brasileiras, sendo aqui em Maringá uma delas.

“Receber o Selo da ABF mostra a seriedade e o bom desempenho do negócio, além de expor a transparência do relacionamento entre a CI e seus franqueados”, diz Celso Garcia, diretor da empresa.

Sobre a ABF:

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1987. Possui cerca de 700 associados, divididos entre franqueadores, franqueados e prestadores de serviços que, nos últimos anos, vêm participando de diversas ações para o desenvolvimento do sistema de franquias no Brasil. A associação é membro-fundador do WFC (World Franchise Council), entidade que congrega as mais importantes associações no mundo, bem como a da FIAF (Federação IberoAmericana de Associações de Franchising). Integra ainda o quadro da IFA (International Franchise Association), além de ser membro correspondente da Federação Europeia de Franchising.
Equipe CI Maringá

06 maio 2009

Vagas de estágio EUA

Olá Pessoal,
Gostaria de informar que a CI abriu novas vagas de estágio nos EUA para as seguintes áreas:

Arquitetura - na empresa Industria Inc.
Administração, vendas e finanças - na empresa Lee & Associates
Marketing - na empresa Premium Espresso
Marketing, administração e vendas - na empresa Rerubber
Computer Science - na empresa Scout Metrics
Software development engineer - na empresa Brainology

Para se candidatar a uma vaga, além dos requisitos solitidados pelo empregador, tem que ter inglês avançado e/ou fluente, de 20 até 32 anos de idade, e formado (ou estudando) ou experência na áerea solicitada pelo empregador.

Entre em contato com a CI para saber como funciona o processo seletivo, as taxas, os documentos que devem ser preenchidos e ainda se há disponibilidade de outras vagas. Caso queira ver mais informações sobre as vagas ofertadas, entre no link:

http://www.international-interns.com/JobSeeker/Jobs.aspx

Equipe CI

30 abril 2009

Visto Inglaterra - Novas Regras

Novas Regras para Visto Inglaterra:

Para quem que está interessado em ir para a Inglaterra para estudar inglês, seja por apenas 2 semanas, ou seja por 48 semanas. Leiam com atenção e sempre pesquisem as regras (se houve alteração e quais são elas, por exemplo) no site do próprio consulado britânico.

Para as pessoas que desejam fazer cursos de idiomas na Inglaterra, sendo Londres o principal destino, existem os seguintes tipos de visto:

1) Student Visitor Visa:
- Para cursos com menos de 24 semanas (até 6 meses);
- Para estudantes que não tenham interesse em trabalhar e/ou extender o curso.
- Para os estudantes nesta condição, o processo de visto não foi alterado. Recebemos a confirmação do English UK que não é necessária a carta original de confirmação do curso, basta a carta que muitas escolas enviam por e-mail mesmo.

2) General Student Visa:
- Para cursos com mais de 24 semanas (mais de 6 meses);
- Para cursos com menos de 24 semanas, nos casos em que o visto será aplicado aqui no Brasil e o passageiro (estudante) tem interesse em trabalhar e/ou extender o curso quando estiver na Inglaterra.

De acordo com as novas regras, não é possível solicitar este visto para estudantes que tenham nível de inglês inciante (básico).

É necessária o envio de todos os documentos originais (é preciso a carta original de matrícula no curso de inglês que a escola fornece depois de solicitada a matrícula) para solicitação de visto.

Lembre-se que as informações podem mudar de acordo com o consulado britânico, e você deve sempre, antes de solicitar seu visto, verificar se houve alteração nas regras e quais os documentos que devem ser providenciados. A CI não se responsabiliza por vistos negados pelo consulado. Indicamos sempre que os estudantes buscam o serviço especializado de despachantes, para que os mesmos possam auxiliar nos documentos (checagem dos mesmos, necessidade de documentos extras ou não, envio dos documentos, novas regras e informações, etc).

E antes de mais nada, sempre faça a solicitação do visto com antecedência. Indicamos pelo menos 45 dias antes do início da viagem para que não haja correria e transtornos de última hora, o que pode acarretar em gastos extras para os estudantes. Planejar nunca causou problemas a ninguém! :-)
Site que pode ser consultado para informação de vistos: http://www.vistos.com.br/
Equipe CI Maringá.

Concurso Trabalho de Férias Maringá

A CI Maringá lançou um concurso para os participantes do programa de Trabalho de Férias temporada 2008 – 2009, onde os melhores textos contando sobre as histórias vivenciadas ganharia brindes exclusivos CI, como bolsas, mochilas, etc.

Os três ganhadores foram:

Primeiro Lugar: Flávia Lima, que trabalhou no Alyeska Resort, Alaska. (Também, foram vários textos hein Flávia? Fico feliz que tenha adorado o Alaska, e mais feliz ainda que você pode ver e vivenciar coisas que aqui no Brasil e principalmente em Maringá jamais poderia viver, como a Aurora Boreal, como avanlanches, como queimar o cabelo num fogueira... Você foi demais!).

Segundo Lugar: Leandro Manso, que trabalhou no Bayou em Valparaiso (meus parabéns, você também soube tirar proveito de tudo lá, não? Pelas fotos dava para ver a felicidade e a curtição de cada momento, até das compras no mercado virou festa!).

Terceiro Lugar: Marcella Moura, que trabalhou no Island Inn Resort na Flórida. (Nem vou falar muito, mas pelo visto você curtiu muito sol, praia e mar, não? Não era Brasil, mas não ficou tão longe assim... a diferença é que podia trabalhar, ser dona do nariz, conhecer gente do mundo todo, falar inglês, cuidar de si mesma... e ainda comprar muito lá! Pelo visto também se divertiu muito e aproveitou cada minuto nos EUA!).

Pessoal, tirem seus brindes na CI Maringá, ok? E novamente, parabéns pelo sucesso conquistado pelo esforço de vocês mesmos!
Equipe CI Maringá.

28 abril 2009

Trabalho de Férias EUA - Depoimento Alaska

Segue abaixo mais um email da Flávia que ficou no Alaska por quase 4 meses, de dezembro a março de 2009, participando do programa “Trabalho de Férias nos EUA”. Eu fico imaginando as sensações dela, as descobertas, o dia a dia... será que é assim para todo mundo? Viver um pouco através de outra pessoa?

“Oi Brasil! Estou com muitas saudades... mas agora faltam poucos dias para eu voltar, apenas uma semana e meia. Mas é uma pena, queria muito ficar aqui, queria muito mesmo. Mas tudo bem, valeu muito a pena. Conheci a mim mesma melhor, aprendi novas culturas, aprendi comigo mesma e com os outros, me diverti, pensei, fiz muitas trapalhadas, dei muitas gargalhadas... A experiência foi realmente incrível! Vão se preparando: essa foi a primeira de muitas viagens!
Mas vamos ao que interessa:
EU VI A AURORA BOREAL!!!!! Não sei exatamento o dia da semana que foi, e só deu para ver um pouco porque as luzes da cidade atrapalham muito. Como é linda... não tenho fotos porque ninguém conseguiu tirar fotos boas, o que é uma pena. Momento inesquecível. Amei! Não podia voltar sem ter visto isso.

Todos os dias dessa semana têm sido muito animados. Além do pessoal falar que vai sentir minha falta aqui, amigos, colegas de trabalho... conheci mais gente nova, fui a festas, muitas festas, e muito trabalho. :-)

Falando em trabalho, sábado eu fui bem faceira trabalhar. Chego lá como sempre, falando oi para todo mundo, vou ao banheiro me trocar, etc., mas dessa vez fiquei surpresa (só comigo que acontece essas coisas). Foi divertido: todo mundo veio ver eu presa no banheiro, sem conseguir abrir a porta. Pelo menos foi só pro 30 minutos. Depois para piorar eu ficava rindo sozinha me lembrando da cena, e todos me olhavam como se eu fossse louca. (Tá, eu sei que sou, mas não é para tanto).

Eu pelo primeira vez tive que dirigir na neve. Tínhamos que comprar comida e um amigo americano que tem carro estava com preguiça de ir. Eu: “deixa eu ir?”. Ele simplesmente jogou a chave na minha mão e eu fui toda saltitante. Fomos eu e mais outro amigo americano. Eu andando a 20 por hora mais ou menos, e quando acelerava um pouquinho mais ele se segurava no banco todo com medo. Depois de alguns minutos só elogios da parte dele, dizendo como sou boa motorista e tal. Na volta ainda dei carona para uma moça que estava voltando para casa - aqui todos tem este costume de dar carona uns aos outros, é muito legal. Acho isso encantador, assim como achei muito legal quando vi que vários casais tem filhos adotivos. Nossa, meus olhos chegam a ficar cheios de lágrimas. No Brasil quase não se vê isso. E como têm filhos aqui: quando querem ter filhos têm de pencas!

Hoje fui trabalhar e tudo normal, até que meu chefe me mandou descer até o Resort e pegar uns pães (lembrando que trabalho no topo da montanha). Eu fui toda faceira, entrei no tram e ele balançava muiito. Não estava normal, mas tudo bem. Peguei tudo que precisava e voltei. Na hora de pegar o tram de novo para subir, simplesmente nao subia. Tive que esperar por 40 minutos... o vento estava a mais de 100km por hora. Que medo! E eu tinha que subir. Subi. Pensa num negócio que balança. Nossa, muito forte! Que medo! Mas o que eu mais gostei foi que: cheguei, arrumei o que tinha que arrumar e fui ver se tinha alguma bandeja para recolher no salão. Quando olho estava tendo uma avalanche na montanha da frente. Já pensou? Eu vi a aurora boreal e agora uma AVALANCHE. Nossa, demais! Pior é que não deu tempo de buscar a câmera, fiquei toda anestesiada. Acho que vou começar a andar com a câmera no bolso porque simplesmente perco os momentos mais massa.

Acho que é isso, já estou me estendendo um monte. Ah é, estou muito feliz de estar aqui. Falta pouco e estou aproveitando cada segundo.

Beijos! E eu nao virei “chicabom”. Falei que era resistente! :-)”

By Flávia.

22 abril 2009

Feiras de Intercâmbio no Brasil

No mês de março, diversas feiras de educação internacional foram realizadas no país e contaram com a presença de representantes de escolas e universidades internacionais, além da participação de operadoras de intercâmbio. Todos os eventos registraram, juntos, a visita de cerca de 150 mil pessoas interessadas em realizar uma viagem internacional de estudo, lazer ou negócios.

A CI, empresa de intercâmbio e turismo jovem, esteve presente nessas feiras e registrou cerca de vinte mil atendimentos personalizados em seu estande. “Para quem quer estudar um idioma no exterior, existem diversas opções de países onde o câmbio não flutuou tanto, como os países da Oceania, por exemplo”, diz Larissa Charnet, gerente de marketing da CI, que está otimista com o cenário apresentado durante os eventos educacionais ocorridos em São Paulo, dado o número de estudantes interessados em uma especialização internacional.

Não é de hoje que a experiência internacional conta pontos no momento da contratação, porém, na era das empresas globalizadas, esse investimento é ainda mais importante. Consultores de Recursos Humanos alertam que as empresas buscam, além da experiência, colaboradores que saibam trabalhar em equipe, que estejam aptos a tomar decisões e que sejam capazes de encontrar soluções. Todas essas características podem ser adquiridas com maior facilidade na vivência no exterior.

De acordo com Jan Wrede, diretor comercial da CI, as viagens internacionais de estudo representam 55% do volume de negócios da empresa. “Esse número se explica pela grande procura de jovens estudantes por uma excelente formação, tanto pessoal quanto profissional”. A CI embarcou, em 2008, cerca de 40 mil pessoas em viagens ao redor do mundo.

A empresa, que registrou um crescimento de 27% em 2008, está otimista com as previsões para 2009. Segundo Jan, a maneira mais econômica de se conhecer o mundo são as viagens de intercâmbio, que aliam estudo e lazer num pacote só. “Por essa razão, a CI está desenvolvendo novos produtos para esse ano. Queremos atingir novos nichos de mercado e ampliar a oferta de produtos e serviços aos nossos clientes”, completa.

Para mais informações, entre em contato com a CI Maringá (44) 3029-3003, ou acesse o site www.ci.com.br.

Sobre a CI

A CI é a maior empresa de intercâmbio e turismo jovem do Brasil. Possui mais de 60 lojas e em seus 20 anos de atividade, já embarcou mais de meio milhão de pessoas para conhecer o mundo em viagens que unem estudo, trabalho e lazer. A CI oferece diversas opções de intercâmbio para uma experiência internacional, como curso de idiomas em mais de 25 países, intercâmbio de férias para adolescentes, high school, programa de Au Pair, estágios e trabalhos remunerados, cursos profissionalizantes e de extensão universitária, seguro e assistência de viagem, emissão de passagens aéreas e tarifas especiais para estudantes, reserva de acomodações e mochilão exclusivo pela Europa.
CI

16 abril 2009

Trabalho de Férias EUA - email da Flávia no Alaska


Pessoal, abaixo segue o e-mail que recebemos da Flávia, que foi fazer o programa “Trabalho de Férias” nos EUA, mais especificamente no Alaska. Acho interessante vocês saberem mais sobre outros lugares que acredito a maioria das pessoas não pensa em visitar ou conhecer, mas que nem por isso deixam de ser interessantes e fascinantes. Ah, a experiência de quem vai para este programa começa em novembro ou dezembro e termina normalmente em março do ano seguinte - 4 meses no máximo. Só para avisar mesmo! :-)


“Oi galera que eu amo, vim aqui para contar um pouquinho sobre a vida no Alaska, e sobre o a Alaska também.


Tudo começou quando surgiu uma estranha idéia de fazer intercâmbio para melhorar meu inglês. Foi uma grande luta para convencer meus pais a me deixarem vir aqui e provar que esta era a melhor opção. Todos a princípio me achavam louca – as vezes eu também – mas valeu a pena a briga. Então começaram os preparativos.... e quando vi, estava no aeroporto em São Paulo sozinha. Até aí beleza: o dia todo no aeroporto foi barra; primeira viagem de avião, primeira viagem para falar a verdade, e eu nem sou medrosa. As 10:50 da noite entrei no avião e aí deu um friozinho na barriga.... mas nossa, que emoção!


O primeiro vôo beleza, muitas horas é claro, mas estava amando, me achando toda. Cheguei em Atlanta. Acredita que tem que pegar um metrô dentro do aeroporto para pegar outro avião? Puts! Um homem me ajudou... primeiro inglês!! Uhuu! Segunda parada: Salt Lake City. Beleza também. Encontrei brasileiros, ajudei uma chilena perdida... quem diria?! Já estava me achando! Terceiro voô ruma a Anchorage Alaska. Voô interminável, já nao aguentava mais. Chegando em Anchorage depois de não sei quantas horas, cadê a minha mala?? Depois de uma hora ela chega, passos de tartaruga – acho que veio de “jegue”. Mas chegou né? Fui para um hostel e fui muito bem acolhida. Fiquei dois dias lá, fiz meu primeiro amigo, conheci a cidade, fiz compras, etc. Depois rumo a Girdwood! Uhu! O lugar perfeito!


Sabe aquela sensação de filme, de estar dentro de um cartão postal? As montanhas na estrada são lindas, as pessoas amigáveis. Tá, nem todas: exclui minha ex-chefe Jill, a bruxa gorda das housekeeping. Hahahahaha!


O Resort é lindo! A casa onde moro tem TV de plasma de 29 polegadas em todos os quartos, duas geladeiras, cabem 8 pessoas em cada casa. Moramos em 7. Segundo alguns, dizem que é a casa das mais bonitas. Somos 4 brasileiras (as mais bonitas, é claro), 2 chilenas e 1 peruana. O lugar perfeito, cheio de neve!


Meu primeiro trampo: arrumar os quartos. Foi divertido, mas só falei inglês com filipinos, e estava numa tentativa de aprender esse idioma maluco, mas é impossível. Como tive uma alergia aos químicos, então me mudaram de emprego. Agora estou trabalhando na montanha – o lugar mais perfeito. Sou dishwasher + ajudante de cozinheiro + vendedora. Perfeito! Contato com americanos, trabalho mais horas... Adorei!


Galera, cada coisa nesse lugar! O Natal foi em volta de uma fogueira, o Ano Novo ficamos todos (tanto sul americanos quanto norte americanos) reunidos em um lugar numa festa de reggae. Tudo bem que a cidade é minúscula: tem um correio, um mercado, 2 barzinhos, 4 restaurantes, 2 mil habitantes, mas é turística. :-)


Já fui algumas vezes para Anchorage, já comprei meu ultra, mega, hiper, power notebook; já me joquei na neve; já fiquei gripada; já tive momentos de não acreditar que estou aqui; já senti saudades... Mas vontade de ir embora? Bem pouquinho. As vezes tenho vontade, mas normalmente quero ficar mais. Uma experiência incrível, estou amando cada momento!
Sinto falta de todos aí, mas aqui é demais!


Beijos da Flavinha “Chicabom”!”


By Flavia.

Buenos Aires - Março 2009


Acabei de voltar de Buenos Aires, dia 28 de março. Foram 2 semanas de curso de espanhol com o meu marido na capital da Argentina. Era para ser um curso de 4 horas semanais de segunda a sexta-feira, mas como nos níveis que entramos não havia outros alunos, foram 2 semanas de aulas particulares para cada um de nós (2 horas por dia). Muito show!


Escolhemos Buenos Aires primeiro porque é América Latina, e eu ainda não conhecia, segundo porque o transporte aéreo até lá é barato (gente, aproveitem! Pagamos 650 reais cada um, ida e volta, já com as taxas de embarque todas incluídas, saindo de Curitiba). A cidade não achei tudo isso que falam... é parecida com Curitiba, então talvez seja isso. Ou também porque eu esperava que as pessoas usassem roupas chiques, esperava ver glamour em todo lugar, etc., e não vi isso. Agora, o modo como falam espanhol é muito diferente dos outros lugares e eu gostei. Não sei, mas acho que lembra um pouco o francês, uma certa “frescura” ao enrolar a língua. :-)


Ficamos hospedados em albergue, mas escolhemos o quarto duplo para não termos que dividir banheiro e quarto com mais ninguém. Já foi a época de dividir banheiro com mais 5 pessoas né? Agora, o lugar era show de bola! Super novinho, todo reformado com até sala de cinema cheia de pufs e com um telão bem grande. Sem contar que tinha até 12 computadores com internet para o pessoal usar sem custo algum. Ah sim, e as festas né? Quem quer festar não tem melhor lugar que Buenos Aires, e ficar num albergue grande só vai facilitar ainda mais. Eles organizavam festas praticamente todos os dias: ou levavam em pubs e nights, ou ali mesmo tinha DJ e “balada”. Isso sem contar que tem gente do mundo todo. Excelente lugar para se praticar o inglês viu? Não parece, né? Mas é! Nós mesmo conhecemos 1 casal da Alemanha que não entendia nada de espanhol (mas iam aprender nos 6 meses que iam ficar lá), uma francesa que falava mais que a boca (e que morava na Inglaterra) e adorava o Brasil, um casal inglês que no começo eu não entendia uma palavra do que ele falava mas que eram super legais.... e assim vai. Espanhol era mais na escola mesmo e com o pessoal dos restaurantes, bares, ruas, etc.


Agora, o mais divertido do albergue foi o elevador mesmo. Bem, para começar o negócio era super, mega, antigo, assim como toda a cidade. A gente tinha que abrir e fechar tudo (as portas) manualmente se não ele não funcionava de jeito algum. Sem contar que mesmo cabendo umas 6 pessoas, podia entrar no máximo 4. Bem, imaginei que isso fosse exagero demais, até porque cabia de boa mais gente dentro do elevador, e imagina um albergue com 300 pessoas, 10 andares e somente 2 elevadores. 4 pessoas por vez em um elevador fica difícil né? Pois é!


Entramos no elevador eu e o meu marido, e lá dentro já tinham 2 pessoas (brasileiras porque não tem como não saber quando a pessoa é brasileira, e não adianta perguntar porque, mas ao viajar você vai ver como é fácil reconhecer a gente mesmo) mega gordinhas (desculpe, mas eram mesmo). Entrou mais uma menina depois da gente, também gordinha. Fechou a porta e esperamos. Já fazia 10 dias que estávamos lá então esperamos o elevador andar.... e nada. Ele só fazia barulho e nada de se mexer. Parecia ranger os dentes, ou melhor, as engrenagens, e nada de subir. Bem, aí falei né?: “olha, o máximo de pessoas são 4 e não 5, veja aqui a plaquinha dizendo isso”, em inglês, é claro. (nessas horas é melhor manter tudo no anonimato, pelo menos o país né?). E ela: “gostaria de saber como o elevador vê que são 5 e não 4 pessoas aqui dentro” em inglês, porque ela não era brasileira, e saiu. Coitado do elevador. Não é questão de “ver”, e sim “sentir”. ;-)


Evelise Hubner

08 abril 2009

Palestra UEM - 01 de Abril








Fizemos uma palestra dia 01 de abril agora na UEM – Universidade Federal de Maringá. Foi a ECI (Escritório de Cooperação Internacional) quem organizou. Pela primeira vez eu vi vários estudantes interessados em programas de intercâmbio para o exterior, e como interessados, pegaram seu precioso tempo e foram ver o que tem de novidades no mercado.

Eu falo isso porque normalmente as pessoas querem, mas na sua maioria nunca vão atrás, nem mesmo para perguntar ou se informar. E o auditório estava cheio mesmo, com mais de 100 alunos espremidos assistindo. Excelente para o desenvolvimento profissional dos alunos. Não precisa nem ficar dizendo quão importante é ter uma experiência no exterior nos dias atuais não?

Ah sim, foi falado bastante da mobilidade acadêmica (a possibilidade de estudar no exterior em universidades parceiras da UEM e acrescentar isso no próprio diploma sem perder o ano), e dos programas que existem no mercado de trabalho, estágio, cursos de idiomas com trabalho e estágio, trabalhos voluntários, etc. Pelo menos opções não faltam para quem quer fazer alguma coisa, seja nas férias de final de ano ou meio de ano, ou seja ainda durante o curso mesmo.

By Lise

Canada - Janeiro 2009


Olá novamente! Eu já relatei algumas das minhas aventuras aqui no blog da CI, e tem muito mais para contar…. Pena que nossa memória nao é muito boa para lembrar de detalhes como lugares, pessoas, nomes, acontecimentos, etc. Há mais ou menos 13 anos comecei a escrever diários (comecei colocando frases bonitas e títulos do que fazia ou assistia no cinema por exemplo) e nunca mais parei. Claro que tem muitos que riem de mim ainda fazendo isso, mas sempre gostei de ser diferente e de fazer o que EU acho que tenho que fazer. O que no final foi a melhor coisa que fiz! Hoje eu consigo “acessar” a minha memória de um modo que dificilmente seria possível se nao tivesse escrito o meu dia a dia no exterior por exemplo. Entao, vou contar mais histórias sim, das minhas aventuras quando ainda estava na universidade, mas hoje vou falar da minha experiência profissional:


Em janeiro agora, 2009, levei um grupo de adolescentes de 12 a 17 anos para o Canadá. Foram 30 dias 24 horas (tá, pode tirar as 9 horas em que dormia diariamente, porque eu gosto de dormir mesmo, e principalmente de noite, por volta das 9:30pm até as 6:30am, e não me interessa que os outros gostem de se torturar com apenas 6 horas por dia de sono) cuidando deles. Foram 13 teens no total, e ficamos 2 semanas em Vancouver e mais 2 semanas em Toronto. No final eu já estava tão acabada que nao via a hora de voltar ao meu mundo. E depois me perguntam porque não quero ter filhos: a responsabilidade é gigante demais, e não tem hora para acabar de jeito algum, muito menos idade!


Agora, vocês tem noção de como adolescente tem energia para gastar? Do trabalho que dão? Das inúmeras coisas que querem comprar e comprar e comprar? A gente pergunta se querem ir no museu e a resposta é: “ah, não sei, o que tem para fazer lá?”. Aí perguntamos se querem ir no shopping e a resposta é: “isso, vamos no outlet que dá para comprar mais”. Bem, cada coisa na sua hora certa não? :-)


No primeiro dia em que todos ficaram em suas hostfamilies, teve 2 que vieram reclamar comigo no dia seguinte dizendo que tinham que mudar porque na casa o chuveiro não funcionava. Eu perguntei como tomaram banho e a resposta deles foi: “de canequinha”.


“Mas que canequinha gente? Tinha canequinha dentro do banheiro?”.


“Tinha uma dentro do chuveiro sim.”


Eu achei muito, mas muito estranho tomar banho de caneca, até porque nao estavámos na Índia (coisa que é normal por lá, e eu mesmo tomei banho de caneca e baldo em vários lugares), e tambem porque mais gente da própria família usava o chuveiro ali, e outra, né? Canadá!


“Mas vocês tem certeza? Voces perguntaram para a hostmother como liga o chuveiro? Talvez voces nao tenham conseguido ligar o chuveiro certo.”


“Não, a gente tentou de tudo, puxei todos os botões que tinham ali e nao funcionou. Assim não dá para ficar lá, amanhã (que seria segunda-feira) vou falar para mudar de família.”


“Faz o seguinte, peça para a hostmother hoje mostrar como se liga o chuveiro, deve ter algum “segredo” que voces nao souberam ou algo assim. Tenho certeza de que a familia nao toma banho de caneca. Pelo menos não no Canadá!”


No dia seguinte a primeira coisa que fiz foi perguntar sobre o banho né? Afinal, banho é um iten de extrema importância para o conforto dentro de uma casa de família. Tudo bem que é super mega hiper controlado no exterior – no máximo 10 minutos (o que venhamos e convenhamos é tempo suficiente para tomar banho, mas basta a gente saber que tem tempo cronometrado que tudo fica mais devagar na hora de se lavar. Incrível isso!) Eles me contaram que quando foram tomar banho domingo de noite pediram para a hostmother mostrar como se ligava o chuveiro, e ela foi no banheiro mostrar. (Ainda bem que me escutaram). Era algum botão mesmo que eles nao souberam ligar e o chuveiro funcionou perfeitamente. A questão (e eu nao quis nem perguntar para eles, e acredito que eles tambem nao quiseram saber) foi: para que era afinal de contas a canequinha com a qual eles tomaram banho no primeiro dia?


Os dois me disseram que quando a hostmother perguntou para eles como tomaram banho no dia anterior e eles mostraram a canequinha, ela morreu de rir! Me too!


By Lise


16 dezembro 2008

Europa - mais uma aventura!

Quando estive na Europa com meu irmão em 2000 vivendo várias aventuras e “fazendo acontecer”, teve um episódio muito divertido que aconteceu conosco indo de Santiago de Compostela (Espanha) para Coimbra em Portugal.

Saímos logo cedo do albergue do peregrino em Santiago, onde ficamos 7 dias, e pegamos um trem em direção a Coimbra.

Íamos chegar de noite na cidade, depois das 10 horas da noite, e ao invez de irmos para um albergue ou pensão, meu irmão me fez caminhar em direção às universidades e às repúblicas estudantis.

Como aqui no Brasil também, e principalmente em Maringá, lá existem várias repúblicas estudantis em casarões antigos, onde normalmente vários (mais de 10 pessoas) vivem e se “convivem” diariamente.

Enquanto estávamos no trem meu irmão fez amizade com alguma menina de algum país (desculpe gente, mas detalhes “antigos” foram esquecidos pela minha mente de “velha”) que disse a ele que poderíamos achar abrigo em alguma dessas repúblicas. Agora me diga, quem em sã consciência sai às 10:30 da noite caminhando por uma cidade desconhecida, por ruas estranhas, batendo de porta em porta pedindo cama? Nós! :-) Na verdade meu irmão, porque eu queria seguir o padrão do fazer certinho e o indicado: procurar um albergue ou pensão. Mas ele ameaçou deixar-me sozinha na estação de trem.... aí não faltou coragem e fui com ele!

Na primeira casa que batemos nos receberam super bem, mas como era uma sexta-feira todos estavam saindo e não poderiam nos receber.

Fomos para a segunda casa – que parecia ser má assombrada de verdade – e batemos na porta. Nem deixaram a gente se explicar direito e já nos chamaram para entrar.... Sentamos num sofá e nos ofereceram um quarto de um estudante que estava viajando e que só voltava em 2 dias.

Gente, essas coisas não acontecem aqui ou acontecem?! Ficamos 4 dias nesta República. Ah, detalhe: eram 15 homens morando nesta casa! E além da cama e teto, também tínhamos refeiçoes de graça!!

Depois partimos novamente em direção ao Algarve – sul de Portugal – para mais alguns dias de passeio. Dessa vez fomos de ônibus e no meio do caminho conhecemos uma mexicana muito querida que ficou conosco durante todo o tempo. Mas aí já é outra história.... talvez um pouco mais complexa. :-)


Evelise Hubner

12 dezembro 2008

Trabalho de Férias 2008-2009 - E-mail do Leandro - Valparaiso, FL


by Leandro

Oieeeee! Estou escrevendo agora de uma biblioteca pública na cidade de Niceville, Flórida. Fiz um cadastro aqui e posso usar a internet gratuitamente por uma hora, se passar disso e tiver fila para usar os computadores devo deixar o local, caso contrário posso ficar mais tempo.

Pegamos um vôo quinta-feira (04 de dezembro) em Nova Iorque às 6 horas da manhã e fomos para o aeroporto de Dallas, um dos maiores do mundo – gigante mesmo. Para ter noção do tamanho, assim que o avião aterrissou, levou uns 15 minutos para ir ao local do desembarque, e para trocar de gate pegamos ônibus (levou uns 10 minutos) para o outro gate. Aí pegamos um avião menor, parecido com jatinho e fomos para o aeroporto de Pensacola, que fica aproximadamente uma hora de carro daqui da cidade onde estou.

O empregador estava nos esperando no aeroporto e viemos conversando durante toda a viagem até aqui. Ele parece ser “gente fina”, tipicamente um americano (grande). Hehehehe. Já foi pagando um almoço para a gente..... adivinha onde? Mc Donalds!

Na vinda, já fizemos uma compra num supermercado próximo daqui. Tentei achar feijão e não encontrava nada, aí que fui ver que o feijão aqui é vendido em lata e não em saquinhos! Como o mercado fica próximo de onde vamos morar, já pedi um cadastro para tentar um second job com eles.

Estamos atualmente aqui na casa em quatro rapazes brasileiros, e é bem provável que chegue mais brasileiros aqui semana que vem. A casa onde estamos é muito boa, tipicamente americana: toda com carpet (só os banheiros e a cozinha que tem piso de cerâmica), não tem muro, tem uma lareira e os banheiros têm banheiras.

A cozinha é toda equipada – microondas, fogão grande, máquina de lavar louças e um monte de aparatos que as mulheres adoram usar. A casa fica numa road, sendo que em um dos lados tem uma casa e do outro um bosque.

Ah, chegamos na casa e estava tudo meio sujo, aí, mesmo cansados da viagem, limpamos tudo: eu passei aspirador de pó por todo o quarto e os outros 2 que viajaram comigo cuidaram da cozinha. Ficou show! No nosso quarto tem duas beliches. Não gostei muito do colchão, mas enfim...

Aqui nos EUA tem muitos carros de grande porte, muitos mesmo, e vi pouquíssimas motos e carros antigos, principalmente em Nova Iorque. Durante os 6 dias que ficamos lá vimos somente três motos... deu até para contar! :-) Mas Nova Iorque é um caso a parte, merece um e-mail só para ela.... que cidade!

Antes que me esqueça, na casa temos telefone e tv a cabo (sem canal brasileiro, o que é bom já que vamos ter que assistir tudo em inglês). Falando em falar inglês, combinamos de nos esforçar ao máximo para conversar entre a gente somente neste idioma. Estamos conseguindo nos virar muito bem até agora.... poderia até dizer que nesta semana evoluímos nosso inglês um monte, principalmente quando pedimos informações em algum lugar.

O clima é bem mais quente do que em Nova Iorque – agora estou só com uma blusa fina. Ontem de noite fizemos um jantar – macarronada – ou melhor, quatro pacotes de miojo juntos. Hehehehe. Mas colocamos ovo e tomate também! Ficou até bom!

Começamos a pegar no batente na segunda-feira, dia 08 só. Levantaremos às cinco horas da manhã, uma van vem nos buscar as cinco e meia e trabalharemos até as cinco da tarde se não me engano. Temos uma hora de descanso durante o dia. Mais tarde, quando sair daqui da biblioteca, vamos ao mercado para eu comprar uma tuppeware para levar um lanche para o trabalho.

Fico por aqui, com vontade de escrever e compartilhar muito mais com vocês, mas tenho certeza que outras oportunidades virão.

Abraço e saudades de todos!
See you soon!

Leandro

11 dezembro 2008

Bolsa de Estudo - Universidades EUA

A CI acaba de lançar o Programa de Bolsa e Estudos para universidades e colégios americanos. O programa está aberto para alunos que desejam iniciar ou dar continuidade a um curso de graduação ou pós-graduação nos Estados Unidos.

As bolsas serão concedidas para os alunos que estiverem no último ano do colegial ou da universidade, cursando universidade ou para pessoas graduadas que queiram fazer pós-graduação.

No caso de alunos que estejam cursando a universidade ou que sejam recém-formados, os créditos podem ser transferidos para dar continuidade aos estudos em univerisdades norte-americanas.

Quem não tiver fluência no idioma nem experiência profissional também pode se inscrever, pois esses não são pré-requisitos para o aluno ingressar no processo de concessão de bolsas.

Mais do que notas ou fluência no inglês, o programa irá analisar o real potencial do aluno e o seu perfil em se integrar ao dia-a-dia de um campus americano.

São mais de 200 colégios (colleges) e universidades que participam do programa em 30estados americanos. Desde seu início, em 1997, cerca de três mil alunos do mundo todo participaram como bolsistas.

Essas são algumas das instituições participantes: University of Illinois, Shorter College (Geórgia), Brescia University (Kentucky), Holy Names University (Califórnia), Lawrence University (Winsconsin), Barry University (Flórida).

As ofertas de bolsa cobrem o curso, o alojamento nos dormitórios das universidades e a alimentação dentro do valor estipulado. Demais despesas são de responsabilidade do aluno. O valor a ser pago pelo estudante pode variar de 8.500 a 15 mil dólares americanos por ano, podendo variar de acordo com a oferta da universidade do valor da bolsa (que normalmente é de 50%).

Para mais informações, por favor, procure a loja CI mais perto de você!

17 outubro 2008

Trabalho em Acampamento EUA

A CI, em conjunto com a organização internacional YMCA, oferece vagas de trabalho em acampamentos nos Estados Unidos para quem gosta de interagir com crianças e adolescentes. É para o programa ICCP (International Camp Counselor Program), que recruta jovens de 18 a 30 anos para trabalhar nos tradicionais acampamentos americanos, durante o verão no hemisfério norte.

As vagas são para trabalhar como “camp counselor", por um mínimo de 10 semanas e máximo de 16, entre os meses de maio a agosto de 2009, morando e convivendo com todo o staff internacional.

É importante gostar de crianças e adolescentes, e ter boa comunicação em inglês, além de espírito de equipe.

Alguns counselors têm a oportunidade de trabalhar com crianças e adolescentes portadoras de necessidades especiais. Essa é uma boa chance para estudantes ou profissionais da área da saúde de desenvolver uma atividade voluntária e receber uma bonificação em dólar.

Cada counselor recebe um salário mínimo de US$ 1.300, para as 10 semanas de programa, e tem direito à acomodação e à alimentação sem custos adicionais. Ainda está incluso transfer de chegada nos EUA, seguro médico internacional, taxa SEVIS e 30 dias de turismo, após o término do programa.

O valor é de US$ 750, sendo US$ 150 da taxa de inscrição e US$ 600 da taxa de intercâmbio. Porém, a CI está oferecendo um desconto de US$ 200 para quem realizar a inscrição até o dia 15 de novembro. Ou seja, um intercâmbio de quatro meses por apenas US$ 550, com alimentação e acomodação inclusos. O valor acima mencionado não inclui passagem aérea e gastos pessoais.

Os acampamentos são ótimos lugares para fazer muitos amigos, aprender novas atividades e desenvolver a autoconfiança, tanto para os campistas quanto para os instrutores. É uma ótima oportunidade para agregar valor pessoal, através de uma experiência internacional, em uma organização de renome como a YMCA.

As inscrições já estão abertas. Para participar desta pré-seleção, é necessário passar na CI para fazer a inscrição para a Feira de Recrutamento, que acontecerá no dia 19 de novembro em São Paulo. Maiores informações estamos à disposição.

Equipe CI Maringá

10 outubro 2008

Depoimento AuPair EUA

Segue abaixo o depoimento da Claudia que foi para os EUA no programa de AuPair de 12meses. Ela embarcou em setembro e abaixo seguem suas primeiras impressões sobre a sua grande aventura.

"Oi gente!! Tudo bem por aí? Então, aqui está tudo ótimo!

Fiquei 4 dias em Nova Iorque fazendo o treinamento inicial e foi muito bom! Aprendemos muitas coisas sobre crianças, principalmente a lidar com elas em situações diferentes. Teve até teatro!

Fiz novas amizades com gente do mundo todo.... Ucrânia, Alemanha e Brasil, claro! Gente do norte ao sul.... agora tenho lugares em todo o mundo para visitar! Oba!

A organização pela qual viemos é realmente bacana e séria, além de muito organizada. Caso eles percebam que você nao tem jeito para ser aupair te mandam de volta ao seu país. Aconteceu isso agora com uma menina da Ucrânia - não chegou nem a conhecer família.

A minha host mother foir me buscar no hotel na quinta-feira (a orientação foi até quarta-feira). Estou gostando muito da família e de morar aqui.

A mãe é super mãe - toda agitada, faz tudo para as crianças, etc. Nós temos muitas conversas francas, onde deixamos tudo claro desde o começo para ninguém achar injutos alguma coisa depois, e ainda evitar problemas futuros.

O pai é também um paizão. Brinca com as crianças, leva-as para passear, etc. Tivemos uma longa conversa hoje sobre instruções do carro, como proceder com a polícia, como proceder se bater o carro, como fazer se for parada pela polícia, etc. Ele até me ensinou a trocar o pneu e a lavar o carro. Claro que eu sei lavar o carro, mas aqui é diferente a coisa. :-) Ele também vai me ajudar a comprar um laptop quando eu tiver juntado a grana para isso.

As crianças são uma graça! A mais vejlha já é adolescente, então fica fácil cuidar das outras 2. O menino tem 9 anos e "dá crises" quando a coisa não acontece do jeito que ele quer. Mas é só demonstrar segurança que ele se acalma.

Estou brincando um monte de ping-pong aqui - acho que vou virar "craque"! Ah, eu trouxe uma peteca para eles também e estão se divertindo um monte com ela.

A mais nova, que eu estava com receio se ela iria me aceitar ou não, não tem nada de difícil. Tem 3 anos de idade e tem dias que não quer olhar na minha cara, e tem dias que ela me ama! Já aconteceu isso comigo 2 vezes desde que cheguei, mas tudo bem! Ela gosta que se converse com ela, mas é meio mandona.... mas a gente se entende. A hostmother disse que nunca viu ela se apegar a uma pessoa com tanta rapidez igual aconteceu comigo!! Bom demais!!

Estou comendo só coisa boa e SAUDÁVEL! A family nao gosta de fast food, então cozinha sempre em casa, com bastante legumes, carne.... muito bom! Já fui também em vários restaurantes: chines, italiano, americano, etc.

Meu carro que vou dirigir é lindo, e agora estou dirigindo um pouco todos os dias. Semana que vem vou ter que dirigir muito mais porque vou começar a levar e a buscar as crianças na escola e em todos os outros lugares que for necessário.

Meus estudos!! Já estou olhando alguma coisa numa universidade bastante famosa em Nova Iorque - vou fazer um curso lá! Acho que vai ser legal! Vou tentar fazer outros cursos pequenos também aqui por perto. Estudar nunca é demais!

A cidade onde moro é bem pequena, mas existem várias cidades aqui perto, e Nova Iorque fica só a 30 minutos!

Por enquanto é isso! Qualquer novidade eu conto para vocês!

Beijos,
Claudinha"

02 outubro 2008

Depoimento AuPair Holanda - Bianca

Olá! Abaixo está o depoimento da Bianca, que fazia parte da equipe da CI em Maringá e foi para a Holanda começo de setembro (2008) fazer o programa de AuPair. O programa dura 12 meses, e ela escreve a primeira impressão que tem da sua experiência e aventura.
"Bom dia Pessoal, tudo bem?
Faz um tempinho que eu não escrevo para vocês e só hoje deu certo. Eu simplesmente estou amando a experiência! As kids são uns amores... ainda não sei como a gente consegue se comunicar e se entender, porque é um misto de inglês com holandês o tempo todo!
Eles me ensinam várias palavras: me ensinaram a contar em holandês, como pedir pão na padaria... essas coisas de sobrevivência.
Eles também são super educados – às 8pm já estão na cama dormindo. Amam ler e não assistem televisão frequentemente. Ah, eles me apresentam para os amigos e professores como irmã mais velha! :-)

Os pais são muito atenciosos, me tratam super bem, fazem de tudo para que eu me sinta da família. Na primeira semana que eu estava aqui eles me deram uma viagem para Amsterdam como presente de “boas vindas”.
Também teve um encontro no domingo da NAPO (uma organização que a Travel Active está filiada) e conheci meninas que estão trabalhando como aupair do mundo todo. Esse fim de semana meus hosts me convidaram para ir a uma fazendo com eles, e no outro iremos a uma casa na praia – mesmo que esteja frio. É onde os diques holandeses estão situados.

Meu curso de holandês já começou (tem gente de vários países na minha sala – Indonésia, Macedônia, Bósnia, França, Equador, África do Sul, Ucrânia, etc. A língua é um pouco difícil, mas para quem está a pouco tempo aqui até que já aprendi bastante) e estou estudando na Universidade de Maastricht.
A cidade é linda e histórica (é o lugar onde foi estabelecido a União Européia – o Tratado de Maastricht), mas eu moro em Bunde, que fica a 7 km de lá. Vou todos os dias para lá de bike. :-). Ah, estou a 15 minutos da Bélgica, 30 minutos da Alemanha, e 2 horas e meia de trem de Paris. (Esses dias eu estava pedalando e quando fui me dar conta havia cruzado a fronteira do país!).
Antes de embarcar eu estava um pouco preocupada em relação ao “trabalho doméstico”, mas a minha host family é bem tranquila. Eles tem housekeeper 2 vezes por semana, então na realidade minhas tarefas são: arrumar minha cama e colocar a louça do jantar na lava-louça!!!!
A carga horária máxima de trabalho na Holanda são de 30 horas semanais, mas como as kids ficam na escola o dia todo, eu preciso apenas arrumar as lancheiras, leva-los de bike para a escola, buscá-los, brincar com eles das 15:30 até as 18:00 horas, ajudá-los no banho e às 18:30 os pais já estão em casa. No fim trabalho 22 horas semanais apenas.
Tenho todas as manhãs, noites e fim de semana livres! Já comecei a pesquisar mais cursos (tanto de idiomas quanto na minha aérea) para ocupar mais meu tempo e poder incrementar meu currículo. Meus hosts me ajudam muito com dicas e sugestões. Basicamente é isso.

Estou com saudades de todos, mas amando a experiência! Vou manter vocês informados com as novidades. Beijos!"

Bianca

23 setembro 2008

Acompanhe as Viagens e Aventuras

Para os perdidos que estão tentando acompanhar o que escrevo, aqui vão algumas explicações:
- aos 16 anos fui para a Dinamarca pelo AFS fazer um ano de colegial (de julho de 1996 a junho do ano seguinte);
- aos 20 anos fui para a Europa e India com o meu irmão. Trancamos ambos os nossos cursos nas universidades (ele trancou um ano dentro do Cesumar e eu da UFPR) e fomos. Países? Começando por Portugal, Espanha, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra, Itália, Suíça, Índia, Suíça, Holanda e Alemanha no finalzinho;
- 22 anos fui para os EUA pela CI de Curitiba fazer o programa de trabalho de férias no Grand Hotel Marriott no Alabama (4 meses);
- 24 fui para o Canadá com o meu marido (na época os canadenses diziam que a relação era “commum in law”) ficar 1 ano. Aliás, por que aqui no Brasil ainda não existe um termo para casais que moram juntos (os ajuntados)? Triste isso. Pais, tios, tias, avós, vizinhos, amigos.... todo mundo ainda acredita que um pedaçõ de papel faz tanta diferença na vida a dois! Vai entender isso não? Basta assinar um documento para haver comprometimento? Já avisaram isso aos que traem? :-)
- depois só fui passear no exterior, nada de morar mesmo, de ter que buscar uma casa ou um apartamento para alugar, de ter que procurar trabalho, de economizar até na quantidade de chocolate que coloca no pão.
Essas são as minhas viagens, mas tem ainda as da minha irmãzinha (“tadinha”, também foi cobaia da CI em Maringá) e as do meu irmão. Quem disse que a gente não se realiza através de outras pessoas? Pergunte aos seus pais como eles vibram cada vez que você faz alguma coisa que eles nunca puderam fazer!
Meu irmão depois que parei de viajar (porque durante as minhas viagens ele tambem fez várias para outros lugares, até tentou realizar o MEU sonho de trabalhar num cruzeiro. Viu? Cada um com o seu sonho darling! Ah, ele não gostou, por isso o recado!) morou na Itália – para tirar a tão desejada cidadania italiana, foi para o Canadá (o que não faz os contatos hein?) e agora está em Berlin!
Minha irmã foi para a Holanda – a primeira adolescente que a CI Maringá mandou para o exterior (Isso que é acreditar e apostar na filha hein mãe?) fazer um ano de colegial, e agora vai para Berlim estudar alemão nas férias de final de ano (que bom ser a caçula né? eu tive que esperar 2 anos e meio desde que voltei da Dinamarca para conseguir viajar de novo!).
Bem, agora sim dá para voce acompanhar as histórias não? É que de vez em quando meu lema é: para que facilitar quando é possível complicar? Just kidding! A viagem que eu mais gostei, antes que você pergunte, foi o ano que passei com o meu irmão na Europa e Índia. Insisto na Índia porque foi o país mais exótico e cheio de contradições que conheci, e de lá tem várias histórias tristes, engraçadas e trágicas que passei durante 3 meses, mas é preciso ser muito bom em redação para escrever sem fazer com que as pessoas desistam de conhecer este lugar, e por enquanto vou deixar de lado esta tarefa.
Essa viagem foi diferente das demais, e tudo que a gente imagina e não imagina aconteceu ou fizemos acontecer. O objetivo não era fazer dinheiro, apenas viajar e aprender os idiomas dos países (no caso estavam na nossa lista: alemão, italiano, francês e praticar o inglês), trabalhar, e viajar de novo com o pouco dinheiro que juntávamos. Acredito que foi por isso que tantas pessoas nos ajudaram e nos acolheram em seus lares, simplesmente porque um dia desejaram fazer o mesmo que estávamos fazendo: conhecer o mundo e aprender.
Eu queria aprender o italiano, o francês e o alemão, além de praticar o inglês e o espanhol. Acreditem se quiser, até consegui tal façanha! O único problema é que fui preguiçosa e não estudava nada, queria aprender por osmoze total. E detalhe, infelizmente já esqueci 90% ou 99% do que aprendi já que no Brasil não houve a prática diária. Ficou o inglês e o espanhol apenas, mas segundo as estatísticas, ainda tenho provavelmente mais 50 anos de vida, o que não me impede de “sonhar” a falar novamente estes outros idiomas uma vez mais e ainda a viver mais alguns anos fora do Brasil novamente.
by Lise

22 agosto 2008

Qual é o melhor intercâmbio?

Muitos chegam à loja solicitando um programa “perfeito” para os padrões e expectativas que têm: como o trabalho que vai dar muito dinheiro (nunca vi ninguém começar a carreira num posto de gerência, a não ser, é claro, que o pai dê um escritório assim que o filho se forma da universidade), a acomodação barata e de alto nível (alguém já viu condomínio fechado ser barato?), um curso de pós-graduação gratuito e de qualidade (até para o Brasil a gente precisa investir muito em educação, mesmo os que estudam em universidades públicas – os pais pagam durante alguns anos escolas particulares para que os filhos passem no vestibular), e assim vai. Não existe programa perfeito em lugar algum! É preciso ver que os programas no exterior de intercâmbio são meios para se alcançar um “fim”, e este “fim” é uma meta a ser alcançada. Ninguém faz faculdade nos EUA sem saber inglês fluentemente (ou no mínimo avançado). Então é preciso PRIMEIRO aprender o idioma! Não terminamos a faculdade e conseguimos de imediato a gerência de uma grande cadeia de hotéis. É preciso antes ser recepcionista, chefe de recepção, supervisão e assim vai.
Então encare os programas como meios para se chegar ao SEU objetivo. Já sabe qual é? Se não sabe, então aproveite as oportunidades que são inúmeras e vá aumentando a sua bagagem de conhecimentos. Não adianta a oportunidade bater à sua porta e você não estar preparado, adianta? Correr atrás do prejuízo sai muito mais caro do que planejar o lucro!
E pior, quanto mais velhos ficamos mais restrições de programas são impostos. Enquanto estudantes universitários são inúmeras as possibilidades de trabalho, de estágio, de cursos, entre outros, e aos 30 anos as possibilidades já são bem menores! Agora, imagina aos 35 anos?! Isso acontece porque existem requisitos para os programas, como limite de idade, como estar dentro da universidade, como conhecimento de algum idioma, etc.
Assim como estudamos 4 a 5 anos numa universidade e mesmo depois de todos esse anos sabemos que temos muito, mas muito mais para estudar, encare as viagens ao exterior como aprendizado também. Se o seu inglês é básico e você quer chegar ao avançado, por que não viajar 2 ou 3 vezes? É caro? Será? Gastamos muito mais em festas, bebidas, e “noitadas” com nossos amigos do que numa viagem como aupair, por exemplo! Alguns sacrifícios valem muito a pena!

17 agosto 2008

Europa para aventureiros

Logo depois de Porto (vão ter que ficar espertos para acompanhar as histórias) pegamos inúmeras caronas com o objetivo de chegar em Santiago de Compostela (não sabe onde fica? "Google it"). Ficávamos às vezes apenas de 20 a 30 minutos em cada carro, e já tínhamos de trocar a carona. Vantagem? Todo português que abria as portas (literalmente) do carro queria mostrar um pouco de Portugal para a gente. Foram doces, cidades e praias que conhecemos em apenas um dia de viagem a custo zero, é claro!
Cruzamos a fronteira (Portugal para Espanha) com um brasileiro num carro "todo poderoso" na época que fez a gentileza de voltar boa parte do caminho para que pudéssemos trocar o dinheiro (para aqueles desinformados, o euro como moeda única na Europa só existe há poucos anos) já que era sexta-feira e não tínhamos nada da moeda local. Meu irmão, muito inteligente, trocou o dinheiro enquanto eu esperava no carro. Adivinhem!? Levou dólar e voltou com moeda portuguesa e não espanhola! Vimos e ficamos quietos! Fazê-lo voltar de novo não ia ser legal... Depois ainda pegamos carona com um veterinário que nos levou bem próximo de uma cidade pequena (não me recordo o nome) e nos deu na época o equivalente a 50 dólares para jantarmos mais tarde. Chegamos à cidade (à pé, depois de uns 7 kilômetros andando - lembrem-se que tínhamos malas para carregar, no caso mochilões mesmo) e não sabíamos onde dormir (as palavras "hotel" e "albergue" não constavam no nosso vocabulário de possibilidades de encontrar cama; apenas parques, bancos de praças, etc.). Um casal que conhecemos no parque ao entrarmos na cidade nos levou no convento e disse que éramos peregrinos, e as freiras nos ofereceram cama, comida e banho! Uma banheira maravilhosa! Quem não, ousa não ganha, não! Tudo bem que fomos acordados às 6 horas da manhã do dia seguinte com as freiras rezando em altos falantes dentro do quarto, mas aí já era outro dia e a aventura continuava!

by Lise

07 agosto 2008

Na Dinamarca aos 16....

Faz tempo que não posto nada das minhas aventuras não? Desculpem, fiquei meio preguiçosa mesmo para escrever, mas vamos lá!

Como já falei a Dinamarca foi o primeiro lugar em que morei durante 1 ano todo! Se me perguntarem o que faria diferente hoje? Muitas coisas! Dos 3 filhos que meus pais têm, sou a mais velha e justamente por isso, a cobaia da casa! Então, tudo que aprendi sofrendo, meus queridos irmãos aproveitaram sorrindo. Um dos aprendizados foi nunca comparar o Brasil com o lugar onde se está vivendo! Foi um erro meu durante muito tempo ficar dizendo: “no Brasil é assim, no Brasil isso é melhor, no Brasil as pessoas são assim”! Perdi inúmeras oportunidades que jamais voltaram a bater na minha porta - pelo menos não nos meses em que fiquei lá! O dia em que percebi que não era assim, já estava quase na hora de voltar ao Brasil e encarar a dura realidade: este país onde nasci não é nem melhor nem pior que aquele que tinha acabado de conhecer! Triste realidade que aprendi um pouco (pouco porque tive outras oportunidades de viajar novamente) tarde! Hoje em dia, sempre falo a todos que vão viajar: “esqueça o Brasil, esqueça o que te disseram ser a verdade absoluta, veja tudo com olhos de curiosos e não de juízes quando viajar”. Dessa forma a gente fica mais “aberto” às novidades, às pessoas, à própria cultura local. Podemos aproveitar mais, as pessoas vão querer falar mais com a gente, vão querer ajudar mais nas nossas dificuldades e, melhor ainda, vão gostar mais da gente. Afinal, ninguém gosta de ficar ouvindo do colega que a roupa que veste é melhor do que a que você está vestindo não?
Uma das maiores brigas que tive com a minha família hospedeira foi por causa de como eu atendia o telefone. Aqui, normalmente falamos “alô” ao atendermos o telefone, certo? Bem, lá queriam que eu pegasse o telefone e dissesse de imediato “aqui é a Evelise falando”. Eu achava isso um absurdo! Que besteira, não? Por tão pouco podia ter feita a minha “mãe” muito feliz e orgulhosa de mim, mas, na época, não vi isso! Ah, se pudesse voltar e fazer algumas pequenas grandes diferenças!

by Lise